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domingo, 25 de junho de 2017

Três dores, hoje, me maltratam

Dor física, dor moral, dor psíquica,
Fios do mesmo nó
Dor que se tece e se torce,
Sobrenatural, inimiga do espelho;
Força pesada que a nós nos deixa de joelho.

Três dores me maltratam...
Dos males o pior: a dor de cotovelo.
Dores que se fundem, se tecem, dão nó
E formam esse novelo.

Dor fulgurante
Logo se espalha, se esconde
E em dor diversa se faz;
Silenciosamente fere, maltrata;
Não se sabe exatamente aonde
Se vai fica, tira-nos a paz.

Dor surda, cansada,
É a minha dor por ela, por ti,
Por nada.

Névoa se decompondo e se refazendo
Luta de titãs, sol e nevasca
Degelo no coração,
Aflição, agonia, ansiedade e calma.

O vento que venta forte destelha destinos,
Revela a posse da alma.

Alma nua, joia púrpura,
Flor perene à beira da estrada.

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